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Projeto Virna Vôlei




O Projeto

Com o objetivo de beneficiar diretamente 30 crianças carentes nos complexos Pavão e Pavãozinho, no Rio de Janeiro (RJ), o Projeto Virna Vôlei fornece gratuitamente aulas de vôlei de praia de 45 minutos – duas vezes por semana – em Copacabana (RJ). Sob a coordenação da ex-jogadora Virna e gerenciamento de Ricardo Moacir (professor de Educação Física), a meta é ocupar o tempo dos jovens, ensiná-los a disciplina do esporte e passar a experiência de vida da multicampeã pela Seleção Brasileira. A escolha dos menores será feita de acordo com o rendimento escolar e, além de beneficiar as crianças, o Projeto Virna Vôlei e o patrocínio da Cenoura & Bronze auxiliarão o esporte de alto rendimento brasileiro.



Perfil

Uma das três filhas de Tarcísio e Carminha, Virna Dias nasceu em Natal, capital do Estado do Rio Grande Norte, no dia 31 de agosto de 1971. Poucos anos depois, se tornou uma adolescente que chamava atenção por sua estatura, magreza e jeito desengonçado. Logo recebeu o apelido de "Olívia Palito", no Instituto Maria Auxiliadora, onde estudava.

Seu tamanho, aliado à força de seus arremessos, fazia com que Virna fosse disputada pelos colegas para fazer parte do jogo de queimada. Apesar de se divertir com a brincadeira, em seguida, a adolescente começou a demonstrar preferência pelo vôlei.

Carreira

O bom desempenho na escola e o talento que começou a ser exibido cedo renderam à potiguar o convite para fazer parte da Seleção do Rio Grande do Norte. O espírito guerreiro e vencedor foi demonstrado na primeira competição: vitória sobre o Ceará por 3 sets a 2 na decisão e título garantido.

A partir de então, a carreira de Virna decolou. Após 20 anos nas quadras, e uma passagem pela praia, a potiguar conquistou vários títulos com a Seleção Brasileira. Entre os principais, estão: as duas medalhas de bronze nas Olimpíadas de Atlanta, em 96, e de Sydney, em 2000; o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em 99; e o tetracampeonato do Grand Prix (94/96/98/2004).

A sua carreira nos clubes foi igualmente vitoriosa. Inúmeros títulos foram conquistados. Um deles contou com uma história especial, a Superliga de 2001. Em uma emocionante final contra o Vasco da Gama, Virna defendeu o Flamengo, seu time de coração. Jogando com a camisa 10 do rubro-negro, que recebeu das mãos de seu ídolo Zico, a potiguar fez a diferença no tie-break e levou a taça para a Gávea.

Com a prateleira também recheada de títulos e prêmios individuais, Virna se orgulha principalmente dos troféus de melhor jogadora do Grand Prix, que recebeu em duas oportunidades: em 96 e em 99.

Após o final de sua vitoriosa carreira como jogadora de vôlei, Virna ainda se mantém ligada ao mundo do vôlei. A ex-jogadora é comentarista da TV Record, apresenta palestras, participa de campanhas publicitárias, empresaria jogadores de vôlei de praia, gerencia clínicas e dá consultoria a empresas e órgãos públicos interessados em investir na modalidade. Além de tudo isso, Virna atualmente é casada e cuida de seus dois filhos.

Outros Projetos

Projeto Praia Segura

Cenoura e Bronze Hypermarcas